Quer mudanças? Comece por você!

Mudança – uma palavra tão simples em sua pronúncia, mas que quando colocada em prática faz muitas pessoas voltarem atrás e reverem conceitos. Isso, diga-se de passagem, é válido tanto para o campo pessoal quanto profissional. Por essa razão que grande parte das organizações depara-se com dificuldades quando chega o momento de instituir os chamados processos de mudanças. Se por um lado as empresas precisam mudar, os profissionais também precisam estar preparados para quando esse momento chegar. E não adianta tentar tapar o sol com a peneira, porque isso só irá dificultar a situação e a adaptação a uma nova realidade. Confira abaixo, algumas dicas que os profissionais podem adotar na sua rotina e ver a inovação como uma oportunidade de crescimento.


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Não imagine que as mudanças nunca irão alcançá-lo, apenas porque você apresenta um bom desempenho em sua função. Pelo contrário, saiba que as pessoas que mais se destacam são aquelas que, provavelmente, serão convidadas a servirem de exemplo para seus colegas de trabalho. Ou seja, considere a inovação como uma forma de aprendizado e de desafio que pode estimulá-lo a conquistar espaços que você já acreditava não mais conquistar.

2 - Mantenha-se atualizado na sua área, mas também fique atento ao que acontece no ambiente organizacional. Lembre-se que se antes as empresas consideravam apenas suficientes o conhecimento técnico, hoje também são valorizadas as chamada competências comportamentais. Nunca se considere um ser estático, que já alcançou o máximo da sua evolução. Você sempre terá algo para aprender.

3 - Quando surgir uma novidade na empresa em que você atua, consulte os canais formais de comunicação interna, pois sempre haverá alguma notícia que reportará informações a temas relacionado à organização e ao negócio. Lembre-se de que dar “ouvidos” a boatos pode comprometer até mesmo a sua imagem na organização.

4 - Da mesma forma que o profissional precisa estar disposto a aprender, ele também deve abrir espaço para ensinar. Por quê? Simples: porque no momento em que se ensina, também se aprende. A trocar de experiências, de vivências entre os indivíduos é algo que não se encontra em prateleiras de bibliotecas ou em qualquer outra fonte de aprendizado. Esse tipo de contato “face a face” ajuda as pessoas a abrirem a mente para fatos que antes não entendiam e a reverem conceitos, quebrarem paradigmas.

5 - Um dos primeiros sinais de que um processo de mudanças começará em breve, é quando se olha para os lados e se observa que as outras pessoas estão “fugindo da própria rotina”. Ou seja, basta apenas ver que os pares estão realizando cursos de línguas, participando de todos os treinamentos oferecidos pela empresa – mesmo aqueles que não são considerados obrigatórios – ou, então, lendo livros, revistas ou sites especializados na área e que estão relacionados ao negócio. Então, por que ficar parado?

6 - Se as pessoas estão preocupadas em mudar, não perca seu tempo criticando os outros. Há quem prefira ficar na “zona de conforto” e acabar na “zona de confronto” com a inovação. Aqueles que escolhem esse caminho tentem a perder tanto dentro quanto fora da empresa, uma vez que fecham as portas para o próprio desenvolvimento.

7 – Caso sua empresa tenha o bom senso de valorizar o relacionamento entre líderes e equipes, esteja atento a todas as informações que seu gestor repassar. Caso fique alguma dúvida, aproveite a oportunidade e questione o que não compreendeu. Se o momento não for oportuno, peça para conversar com sua liderança quando for mais pertinente. Mas nunca deixe as dúvidas rondarem sua mente ou você talvez crie um monstro a partir de comentários infundados.

8 – Muitas vezes um bom profissional deixa de realizar seus sonhos de carreira, porque tem receio de arriscar. Para ele, expor-se a algo é significar que cometerá erros e isso, por sua vez, prejudicará sua imagem na empresa e diante dos colegas. Contudo, vale o lembrete: errar faz parte do processo de aprendizagem em qualquer idade.

9 - O diálogo com o gestor é fundamental para o processo de mudanças, mas a proximidade com os colegas que integram a sua equipe também é muito valiosa. Isso porque, todos estão no mesmo “barco” e todos perceberão o processo de uma forma, a partir dos seus mapas mentais que se formaram ao longo da vida. Conversar com seus pares também é uma ótima alternativa para “clarear” ideias em relação ao processo que todos vivenciam.

10 - Quem se mostra receptivo às mudanças recebe, ainda, um benefício que muitas vezes nem percebe: evita absorver os níveis altos de estresse que são prejudiciais à saúde. Quando isso ocorre, tudo se torna bem mais complicado para solucionar.

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Por Patrícia Bispo para o RH.com.br Patrícia Bispo
Formada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.

+ textos de Patrícia Bispo

Comissários aprendem a sobreviver na selva

Um objetivo em comum lança todos na água, mesmo quem não sabe nadar. Em terra firme, apóiam-se em galhos e pedras para escalar uma encosta íngreme. No fim, ainda encontram o fogo pela frente. Tudo isso para um dia poderem encarar o ar. O Diário participou do curso de sobrevivência para comissários de bordo e experimentou na pele as agruras daqueles que não se contentam em apenas servir um cafezinho durante os voos.

O céu de Santo André está nublado e a sexta-feira anoitece fria para quem pretende ir à praia. Não são empecilhos para os cerca de 80 alunos que aguardam pela viagem a Bertioga, onde viverão de forma intensa as próximas 24 horas. Durante o período, nada de sono. Comida e água racionadas. Esforço físico e desgaste mental temperam a receita.

O primeiro exercício é leve. Um por um, todos seguem para uma cabine esfumaçada e às escuras, onde se deve encontrar extintores e a “vítima fictícia”, tirando-a para fora da aeronave de mentira. Instrutores dão a carga emocional, gritando que o avião está prestes a explodir. Alívio quando se abre a porta e surge a luz.

No salão da ABC Fly (escola de aviação de Santo André responsável pelo curso), os instrutores formam quatro grupos e promovem a interação entre os alunos. Parece brincadeira, mas fortalece a solidariedade.

Dois ônibus lotados levam à praia de Indaiá. É o meio da madrugada e os botes são inflados. Um aquecimento rápido é seguido da instrução sobre sinalizadores. Um clarão ilumina o céu e, a partir daí, é hora do embarque. No breu.

A água está menos gelada do que se imaginava antes de se descer a serra, mas a escuridão impera. Os botes se distanciam 500 metros da costa. É lá onde se pratica os exercícios, com coletes salva-vidas. Mais instruções. Não é fácil se jogar no mar, mas todos experimentam a água salgada.

A calça jeans vai virar uma bóia, capaz de suportar um deslocamento de até 400 metros. O repórter afunda e volta para a superfície, no primeiro teste. Falta familiaridade com o mar, consequência de uma vida toda em terra firme, mesmo conhecendo algumas barcas furadas nesses 32 anos. Sobrevive-se, enfim.

Testa-se o nado centopéia, com uma “fila indiana”, e apenas os braços servindo à natação, até para quem não sabe nadar. É uma forma de se manter o grupo aquecido e de se transmitir confiança. Depois, nado em dupla até a areia. O repórter refuga, humildemente, e se arrepende depois.

Onde dá pé, o bote é virado. Mergulha-se e se entra debaixo da embarcação, depois de um mergulho. É o teto que todo marinheiro quer em dias de chuva. É o fim do treinamento na água. Hora de conhecer os “Outros”, neste Lost real.

Profissão motiva curso de resistência

A vontade de ganhar a vida nos ares e se aventurar pelo mundo é o que move quem busca a carreira de comissário de bordo. Explica também porque aqueles que nunca tiveram contato com a água e a mata se lançam desesperadamente em um curso de sobrevivência como o descrito acima.

No treinamento, os futuros comissários não recebem instruções sobre como servir café e refrigerante durante os voos, aquilo que todos estão mais acostumados a ver. Os profissionais da área são na verdade técnicos em segurança, os responsáveis por checar equipamentos e orientar passageiros em uma tragédia. A sobrevivência entra aí.

Imaginar o que poderia acontecer em uma situação real foi o que motivou Eliane Alves da Silva, 31 anos. Ela enfrentou a mata e se surpreendeu ao ver o desempenho de outras colegas. “Algumas meninas extremamente delicadas se mostraram bastante persistentes e corajosas”, afirmou.

A aluna Cristiane Barcelo, 29, caiu pela primeira vez no mar. O batismo serviu para que saísse renovada. “Tinha pânico de água, até por não saber nadar. Foi uma surpresa notar que todo o suporte e instrução permitiram que agora eu saiba o que fazer.”

Personal trainer no dia a dia, Vivian de Souza Milani Viaro, 27, enfrentou pela primeira vez o tipo de dificuldade apresentada no curso. “Deu para aprender bastante coisa. Nem imaginava como se monta um acampamento, por exemplo. Só achei exagerada a descida na lama”, afirmou.

Instrutor, Ednei Fernando dos Santos é pós-graduado em Educação Física, comissário e especialista em sobrevivência em selva, mar, gelo e deserto. Ele acredita que muitos alunos chegam ao curso com uma visão superficial. As dificuldades trazem a realidade. “Quando ganham noção do que pode acontecer na mata ou no mar, passam a ter controle da situação, e sabem o que fazer.”

Um salário inicial de aproximadamente R$ 2.000 está na outra ponta do sonho de quem busca nas empresas aéreas uma carreira sólida. Depois de dois anos, como se fosse um estágio probatório, o comissário pode ganhar até R$ 3.500.

Durante o curso de formação, alunos têm acompanhamento psicológico e são orientados sobre o que as empresas procuram. Por fim, se submetem a um teste da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

O mercado teve momentos de alta nos dois últimos anos. As empresas aéreas buscavam até 120 comissários por mês. “Chegou-se ao ponto de não ter profissionais disponíveis, tamanha a procura”, explica o diretor da ABC Fly, José Luiz Ferreira de Mattos Júnior, que forma 150 alunos por ano. Neste semestre, porém, está em baixa, reflexo da crise mundial.

A professora de Inglês Vanessa Johvem, 18, está disposta a encontrar um espaço. “É algo mágico, que quero vivenciar. Um sonho. Mesmo sabendo que vai interferir na minha vida pessoal, na dificuldade em formar uma família, por exemplo.”

Mesmo na mata, vaidade impera

Estancados diante da mata fechada, intransponível. É a encosta da Serra do Mar, no Litoral Norte paulista. Futuras comissárias representam 90% do grupo. Algumas delas não descuidam da vaidade e aproveitam a breve parada para retocar a maquiagem e arrumar os cabelos. Mochilas nas costas, todos serpenteiam pela trilha enlameada. É barro dali até o fim.

Na base do morro, espanto diante das dificuldades que se apresentam à frente. Uma subida íngreme, que é encarada com respeito por quem conhece a selva. Aqui, nada é ornamental, e samambaia vira comida – o broto dela, pelo menos. É hora de se agarrar ao que tiver pela frente. Principalmente, a própria confiança.

A primeira parte da subida é prova de determinação pura. A segunda, de sorte, solidariedade, compaixão, fé. Na mata, isso é real. Pela primeira vez, o repórter do Diário dependeu do auxílio de comissárias de bordo fora de um avião.

Não é só apertar os cintos e aguardar. Para chegar ao alto, apega-se às raízes. Pedras com limo, como bagres ensaboados, viram pontos de salvação, quando não se tem apoio algum. Galhos podres deslizam barranco abaixo. E todos chegam ao topo. Vivos.

Descer é mais fácil. E pode ser incrivelmente mais fácil caso se jogue lá do alto. Mas todos querem chegar inteiros em casa. Alguns conseguem parar em pé, agarrando-se a cordas providencialmente colocadas depois da subida. É rapel. Mas também dá para transformar a ladeira num “tobobarro”, deslizando até o pé. É a alegria dos fabricantes de sabão em pó. “Se sujar faz bem”, diz o comercial. Não tem maquiagem. E a calça que já foi bóia vira cerâmica.

Na parte debaixo, um acampamento é montado em pouco mais de uma hora. Abrigo, fogo, água e alimento (as iniciais AFA+A) garantidos, parte-se então para a construção de cabana, moquém (fogão), filtro natural, armadilha, posto de observação, maca e latrina. Cobras e aranhas sempre à espreita. Às vezes, sobre os sobreviventes. Lei da selva.

À noite, é a hora de acabar com o incêndio. Desliga-se um botijão de gás em chamas, apaga-se tambores cheios de gasolina. Instrutores encorajam alunos diante da prova de fogo. Brilho nos olhos. É o fim, amigos, o fim. Um céu de brigadeiro para cada um.

matéria de 3 de maio de 2009 :: clique aqui

William Cardoso

Do Diário do Grande ABC

Nova parceria irá render muito!

Lançamento do Livro “O Desafio de Viver”, de Humberto Alexandre

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O Desafio de Viver

Humberto Alexandre

R$29,90 + (R$8,00 de postagem)
Total: R$37,90

Sinopse

Essa obra relata a emocionante história de Humberto Alexandre que sofre um acidente de carro e fica paraplégico, o que para muitos seria um ponto final, para o escritor foi um pontapé inicial para uma nova vida. Humberto narra momentos de alegrias, tristezas e superação, mostra que uma pessoa que adquire uma deficiência física pode continuar vivendo, produzindo e vencendo e convida o leitor a encarar “O desafio de viver”.

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TEMPO DE ENTREGA: 10 DIAS ÚTEIS via CORREIO NORMAL

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Para receber o livro, envie nome completo, endereço e cep para loja@melhorandopessoas.com.br

Humberto Genari destaca importância de ‘criar oportunidades’

19/10/2011

Durante segundo dia do Enepe, Genari interagiu com os participantes

Com bom humor, palestrante deu dicas para os universitários sobre mercado de trabalho e o uso das tecnologias

“Crie oportunidades para sair da universidade”. Foi com esta proposta que o administrador de empresas Humberto Alexandre Genari iniciou sua palestra no cronograma do VIII Encontro Anual de Ensino Superior (Enaens), no segundo dia (18) do Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão (Enepe) da Unoeste.

Com o auditório Azaleia do campus II lotado, Genari utilizou diferentes vídeos que animaram, informaram e principalmente, emocionaram os presentes com suas histórias de vida. O palestrante deixou claro que a sua principal proposta era “abrir os olhos” dos estudantes, para aprenderem o máximo, diante de tantas oportunidades que o mundo oferece, como por exemplo, as novas tecnologias. “A universidade tenta mostrar qual é o caminho a ser seguido. Por isso, este é o momento de sugar o máximo dos professores e realizar pesquisas”, relatou.

Na opinião de Genari, as tecnologias precisam ser avaliadas com cautela na vida acadêmica. Dados estatísticos mostram que o mercado tecnológico cresceu muito, mas ainda continua em expansão. Isso causa, segundo ele, um afastamento natural entre a população. “Antes as pessoas iam até as casas uma das outras para conversarem. Hoje não, basta usar o MSN. Então, isso acaba gerando problemas e inclusive a depressão. Tem que saber usar essa ferramenta”.

O palestrante também citou algumas histórias pessoais. Dentre elas, a do acidente de carro que lhe tirou o movimento das pernas. De acordo com ele, as dificuldades foram imensas, mas nada que pudesse desanimá-lo. “Qual é o propósito da vida? Foi com esse questionamento que dei mais valor a minha vida e hoje aproveito o máximo que posso, levando a boa informação por onde passo”.

Para finalizar, Genari enfatizou em uma só frase a mensagem que queria passar aos universitários: “Obstáculos, lhe mantém forte. Mágoas, lhe mantém humano. Choques, lhe mantém humilde”.

Palestrante há 10 anos, Genari contou suas histórias de vida

Repercussão – Alunos dos cursos de Comunicação Social, Educação Física e Fisioterapia estavam presentes no evento. O que deixou o auditório lotado. Para a professora de Jornalismo da Facopp, Giselle Tomé, palestras como estas servem para os alunos trocarem experiências e fazer entendê-los que o mercado de trabalho está cada vez mais exigente. “Não há tempo para desânimo e falta de competência. E a universidade esta aí para mostrar o melhor caminho. A tecnologia pode ajudar. Basta utilizá-la corretamente”, pontuou.

As alunas do 4º termo de Comunicação Social, Natália Cardoso e Ana Flávia dos Prazeres afirmaram que as palestras do Enepe ajudam muito posteriormente em sala de aula, a partir do momento em que passam a entender como enfrentar as dificuldades, tanto pessoais como profissionais. “As histórias de vida do Genari, por exemplo, servem muito para que pensemos nas nossas dificuldades pessoais. E isso nos dá mais ânimo para estudar”, disse Cardoso.

Auditório Azaleia, no blobo B3 do campus II, ficou completamente lotado na noite desta terça-feira (18)

Por Ariane Viana, da Assessoria de Imprensa Facopp

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste: clique aqui

Reath 2011 :: Estaremos novamente lá !!!

Palestra Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU

Data : 19 de maio de 2011
Alunos participando : 400 pessoas
Curso : Fisioterapia
Unidade : Campus Liberdade

Mais uma palestra show, auditório lotado de alunos, professores e diretores.

A energia estava muito boa e com isso conseguimos passar a eles o nosso objetivo, buscarem a ser melhores a cada dia, serem excelentes profissionais.

A semente esta sendo plantada e com isso, esperamos e desejamos melhores profissionais, para que em breve entrem no mercado de trabalho mais qualificados, assim, todos ganham, empresa, sociedade, e claro, as pessoas que serão atendidas por eles.

Humberto Alexandre
Palestrante

Superando barreiras no mercado de trabalho

SUPERANDO BARREIRAS NO MERCADO DE TRABALHO

Trocar experiências, interagir com colegas de trabalho, estar aberto a novos conceitos. Essas são boas maneiras de adquirir crescimento pessoal e profissional e, em alguns casos, a interação no ambiente de trabalho “quebra”barreiras e preconceitos.

Um exemplo disso pode ser visto por quem trabalha ao lado de pessoas portadoras de necessidades especiais. Na Faculdade Unicapital, todos sabem bem o que é isso. Humberto Alexandre é consultor e convive com professores e estudantes, passando para eles um pouco dos ensinamentos que a vida lhe passou. “Não é fácil ganhar uma deficiência física na vida, mas se a pessoa aceitar isso, torna-se mais fácil. Ela tem que aceitar, mas não se sentir vencida. Ela tem que ir à luta e batalhar como qualquer outra pessoa”, afirma.

Para ele, não adianta as pessoas portadoras de necessidades especiais lutarem por igualdade se não estiverem realmente dispostas a isso; ele acredita que não é justo estar com um emprego garantido por lei se não existir capacidade para desempenhar a tarefa. “Contratamos pessoas portadoras de necessidades especiais aqui da mesma maneira como contratamos todos. Não tem diferença alguma! Ele vai ser tratado da mesma maneira e vai ser cobrado da mesma maneira – queremos um retorno dele do mesmo jeito que queremos isso de todos os nossos funcionários. Não é porque ele tem uma deficiência e que existe uma lei que obriga a empresa a contratá-lo que ele vai ficar aqui sem fazer nada. A gente quer capacitá-lo, quer que ele aprenda o serviço para que consiga evoluir na sua vida profissional”, finaliza.

Andréa Schwarz é empresária e também luta pelos mesmos direitos de Humberto: igualdade para todos. Para ela, a falta de informação é a principal vilã da sociedade. Logo depois do acidente que sofreu há oito anos, Andréa percebeu que o Brasil não estava preparado para atender esse tipo de consumidor, que representa mais de 14% da população. Por isso ela resolveu ir atrás de informações para criar, depois de anos de pesquisa, o “Guia São Paulo Adaptada”. E as ações não terminaram por aí! Hoje, a empresa coordenada por Andréa possui dez funcionários e muitos projetos em andamento. “A ISocial é uma empresa que busca levar informações sobre as deficiências e quebrar paradigmas. Acho que a gente só muda uma sociedade com informação e conscientização”, desabafa.

Algumas empresas se sentem pressionadas pela legislação que determina vagas para portadores de necessidades especiais, mas existem também casos opostos, como o da Roberto Vilela Vídeojornalismo, que fez questão de contratar pessoas portadoras de necessidades especiais – e a experiência foi positiva! “Uma pessoa que passa por uma dificuldade grande e tem que superar esta dificuldade com otimismo tem muito para nos ensinar. Só que tem o lado da aptidão, não tem jeito! E isso não tem a ver com o fato de ter necessidades especiais ou não – varia de pessoa para pessoa”, diz o empresário Roberto Vilela.

veja o video abaixo:

Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=IPkdO9Z-VHs

Humberto na Revista Sentidos :: Talentos

Confira a matéria que saiu na Revista Sentidos, clique aqui ou na imagem abaixo:

Reflexão sobre futuro profissional é destaque em palestra

Atividade ministrada por Humberto Alexandre Gennari nesta quarta-feira (10) integrou programação da Jornada de Fisioterapia da Unoeste

Foto: Assessoria de Imprensa/Unoeste
“Que tipo de profissional você vai ser? Mais um ou fará a diferença?” – foi a temática abordada
    Foto: Assessoria de Imprensa/Unoeste
    Humberto Alexandre Gennari: “Objetivo é conscientizar esses futuros fisioterapeutas sobre a importância do trabalho deles para a sociedade”
      Foto: Cedida
      Tenentes Valter Donizete Marques e Osvaldo Natal Ramos ministraram o minicurso “Primeiros Socorros”
        O segundo dia de atividades da XVIII Jornada de Fisioterapia da Unoeste foi marcado por momentos de reflexão. Com a palestra “Que tipo de profissional você vai ser? Mais um ou fará a diferença?”, o administrador de empresas Humberto Alexandre Gennari emocionou os acadêmicos, profissionais e docentes presentes.

        Com o objetivo de conscientizar esses futuros fisioterapeutas sobre a importância do trabalho deles para a sociedade, o palestrante contou sua própria experiência com a fisioterapia e passou diversas mensagens sobre o tema. “Quando eu comecei a receber atendimentos, há 22 anos, o trabalho desses profissionais era ainda mais difícil. As pessoas não tinham, e muitas vezes ainda não têm noção do que é e quais os problemas enfrentados por alguém com lesão medular, por isso, comecei a fazer este trabalho nas universidades, para alertar os futuros profissionais sobre este caso específico”.

        Humberto contou que sua intenção é colaborar para o futuro desses alunos, para que eles sejam seres humanos cada vez melhores. “Os estudantes se emocionam porque eles escutam a verdade e encaram essa realidade com prazer e satisfação. Quando realizamos algo com amor, quem ouve acaba sentindo isso. Dessa maneira, posso afirmar que o meu trabalho tem dado certo porque faço com amor e paixão”, revelou.

        Sobre a importância da realização de eventos acadêmicos como a Jornada de Fisioterapia, promovida pela Unoeste, o administrador afirmou: “A Universidade precisa mostrar ao aluno que é ele quem escolhe o seu futuro. A instituição tem o papel de ensiná-lo sobre as técnicas e os conhecimentos necessários para ser um bom profissional. A Unoeste oferece total condição para a formação de fisioterapeutas capacitados e posso concluir isso pelo histórico do curso e pela excelente avaliação dessa graduação pelo MEC (conceito Enade – 4), mas os objetivos do acadêmico precisam estar de acordo com todo esse respaldo que ele recebe da instituição”, finalizou.

        Os tenentes Valter Donizete Marques e Osvaldo Natal Ramos ministraram o minicurso “Primeiros Socorros” também nesta quarta-feira (10). A Jornada prossegue até sexta-feira (12), sendo que nesta quinta-feira (11) serão abordados assuntos como “C.O.R.E. (Estabilização Segmentar) e suas diversas aplicações” (Ft. Diego Galace de Freitas – Santa Casa/São Paulo), às 8h, e “Atuação do Fisioterapeuta na recuperação pós-esforço físico. Fatores de Risco para lesões na Corrida” (prof. Dr. Carlos Marcelo Pastre – Unesp –Presidente Prudente), às 14h.

        Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste